terça-feira, 9 de agosto de 2011

terça-feira, 26 de julho de 2011

Dica de livro: “Alguém espia nas trevas”


Um estrangulamento após a ocorrência de dois outros crimes semelhantes em Connecticut transforma dramaticamente o rumo da vida dos envolvidos. A morte inesperada de Nina Peterson atormenta não apenas Neil, o filho que presenciou a cena, mas também o jovem Roland Thompson de 17 anos, acusado de um homicídio cujo crime afirma não ter cometido.

Dois anos depois do incidente, a execução de Roland na cadeira elétrica anuncia a tão esperada justiça por parte do jornalista Steve Peterson, viúvo de Nina. As coisas para o jornalista não andam nada bem, além de reviver o drama do assassinato da esposa novamente nos jornais, Steve sofre devido o afastamento de sua atual namorada, a também jornalista Sharon Martin, devido às polêmicas discussões públicas entre ambos, em relação à pena de morte.

Mas faltando apenas 48 horas para a execução do jovem, o caso esta longe de ser encerrado com o sumiço de Sharon e Neil. O pedido de resgate de 82 mil dólares, valor que Steve tem aplicado no banco e uma fita cassete com a voz de Nina colocam em dúvida muitas das antigas certezas do jornalista.

Roland Thompson pode ser realmente o responsável pelo assassinato da esposa? O que realmente o filho viu na noite do crime? Os investigadores serão capazes de salvar as pessoas que ele ama? Ele será capaz de suportar novamente a perda? Se há ligação entre os fatos, porque o assino voltou?

O suspense intitulado, Alguém espia nas trevas, da Autora Mary Higgins Clark se desenrola no ano de 1970. Pena de morte, eficiência da polícia e como funciona a mente de um psicopata são os pontos centrais da trama de 300 páginas, narrado em terceira pessoa. A mente pode lhe enganar, a falta de um pequeno detalhe pode não ser aquilo que realmente esteja acontecendo. 

Mary Higgins Clark, um dos principais nomes da literatura de suspense norte-americana é famosa pelas obras Na rua em que você mora e A filhinha do papai. A Editora é a Record.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Chuva e frio se espantam com Rock n’ Roll

Click do SESC no evento do ano passado

O vento frio e a garoa fina que pairavam sobre a Capital do Trabalho na tarde do último sábado, dia 2 de junho, davam ares melódicos ao Memorial Attilio Fontana. Eram apenas 16h30, mas o céu cinza escuro já anunciava um anoitecer prematuro e também o início da apresentação cultural Rock and Roll, promovida pelo SESC Concórdia. 

Em homenagem ao dia Internacional do Rock, que ocorre no dia 13 de julho, Ediee Luiz Rigotti, acompanhado dos filhos e amigos da “prole”, contaram por meio da música, a trajetória desse ritmo alucinante. Os versos ao som de uma voz envolvente, seguido do som pesado das guitarras, teclados, baixo e bateria recordavam as canções de bandas como The Beatles, The Doors, Black Sabbath, Deep Purple, Pink Floyd e Iron Maiden que marcaram época.

A cada música apresentada, aplausos e gritos surgiam do público que quase foi maior que o espaço preparado no Café do Memorial. A casa estava lotada, contentamento nitidamente estampado na face dos músicos, dos organizadores do evento, dos seres adeptos de cultura e do Rock n’ Roll ali presentes. E o que falar do som? Foi uma viagem no tempo, passando por épocas, revivendo gerações e paradigmas quebrados. Ao dedilhar as primeiras notas de Riders on the Storm, até o clima colaborou, a fina garoa transformou-se em grossos pingos de chuva, reavivando o som ecoado no espaço. 

Até para os adeptos de som mais pesado, deslumbraram-se com o solo de guitarra da música November Rain, dedilhado por "Rigotti Pai". De acordo com o Serviço Social do Comércio (SESC), a segunda edição da apresentação cultural surgiu como resposta ao pedido dos participantes no ano passado. Literalmente este fora um encontro marcado...

sábado, 23 de abril de 2011

Encerrando Ciclos... Fernando Pessoa

Obra do pintor americano Oliver Vernon

"Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos - não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram. Foi despedido do trabalho? Terminou uma relação?  Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país?
 
A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?  Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu. Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irmã, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.  

Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar. As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. 

Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração - e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.  Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.

Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do “momento ideal”. Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará. Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. 

Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é".

terça-feira, 5 de abril de 2011

A arte de produzir vinho


                Imagens: Gis Zanella

Os apaixonados por vinhos da região Sul não precisam ir muito longe para aprofundar seus conhecimentos em relação ao processo de produção dessa bebida milenar. Em Água Doce, na região de Herciliópolis está localizada a Vinícola Villaggio Grando, um dos principais pontos turísticos do município e também do Brasil.

Com um pouco mais de 10 anos, a Vinícola já conquistou a medalha de Cia de Ouro para o Chardonnay 2005 da revista Vinho & Cia, o seu Cabernet Sauvignon foi considerado o vinho representativo da safra brasileira em 2007 durante uma degustação às cegas em Bento Gonçalves R/S e no ano passado durante o TOP TEN na 14ª edição do Salão Internacional do Vinho (EXPOVINIS) o Chardonnay 2008 da casa conquistou o premio de melhor chardonnay nacional e também da feira. 

terroir, como é denominado pelos franceses, não é famoso apenas pelos seus vinhos premiados, mas também pela beleza das paisagens naturais como a dos campos cobertos por vinhedos, o estilo francês e a hospitalidade. Aberta ao público em geral, a Villaggio Grando apresenta aos seus visitantes o envolvente mundo do vinho, por meio de passeios guiados por vinhedos, belvedere, vinícola e degustação. 


De acordo com o Gerente comercial Juliano Saú, a Vinícola é um ícone que possibilitou ao município ser conhecido nacional e internacionalmente. “Possuímos um dos laboratórios de pesquisa mais completos do País. Além de sempre buscar o que há de melhor no mundo na produção vitivinícola, aliamos a tecnologia ao terroir que pertencemos e esse hoje é um dos nossos diferenciais”, revela. 


Atualmente a Villaggio Grando trabalha com três enólogos, o residente Mateus Valduga e os consultores o francês Jean Pierre Rosier e o português Antônio Saramago. “Com os estilos distintos eles se complementam, aprimorando assim aromas e sabores”, acrescenta Juliano. 


resultado é a satisfação dos visitantes. “Eu e minha companheira ficamos encantados com este lugar não fazíamos ideia da beleza dessa região e o capricho com a produção de vinho”, revela o curitibense Milton Vasconcelos Guedes que na oportunidade passa as férias na região. A Vinícola atende de segunda a sábado, das 8h às 17h. Para agendamento e mais informações basta entrar em contato pelo telefone (49)3563-1188 ou pelo e-mail vinicola@villaggiogrando.com.br.

domingo, 27 de março de 2011

Será o fim dos livros memoráveis?


Como tudo que é moda passa, livro de vampiro também já é coisa do passado.  Pelos lançamentos de encartes que recebi ultimamente nas livrarias e também por e-mail, a história da vez agora é anjo caído. Só neste último mês foram vários os títulos publicados. Nada contra o tema e também de quem gosta. Respeito em primeiro lugar aos gostos alheios, mas é que essa história de 500 livros com o mesmo tema está enchendo o saco. Cheguei a ficar decepcionada quando depois que sai de uma livraria vi que havia recebido três resumos sobre anjos caídos que se apaixonam por adolescentes imortais.

Será que a indústria editorial está em crise ou são os escritores que estão sem criatividade? Qual é a vantagem de ler coisas iguais? Como se não bastasse enredos com pouco sal ou açúcar estão sendo arrastados por trilogias e quartetos que mais tarde ganham ainda a indústria cinematográfica. Sem falar que a outra onda do momento está em estampar os atores dos filmes nas capas dos livros, dizem alguns por aí que ajuda a vender mais. Mas espera aí, deveria ser ao contrário, a história ser muito envolvente e criativa o bastante para ganhar quantas edições merecer e daí sim conquistar as telonas. 

A leitura mexe com o imaginário e possibilita ao leitor criar seus próprios personagens, fisionomias e cenários, mas onde está a graça de receber tudo isso pronto? E o pior de tudo isso é ainda escutar alguns dizendo que o filme ficou ruim em relação ao livro. Não tem como comparar, cinema é cinema e literatura é literatura. Apesar de andarem na mesma “linha do trem” são mundos totalmente distintos. Por mais que leve o nome do livro e o nome dos personagens, o diretor vai ter outro olhar para aquele mesmo enredo. Infelizmente as memoráveis histórias e aquelas de um livro só parecem estar com os dias contados. 

sexta-feira, 25 de março de 2011